(Des)pedida

E eu vou passando, pelas ruas, esquinas e casas, ignorada, desajeitada, caminhando esquecida. Indo, onde penso encontrar socorro e me esbarrando por quem de amores morro ainda,
Sem poder dançar, eu vou dançando meio escondida, com o meu olhar turvo fixo no par sem rosas com um riso de despedida,
E assim vou seguindo, sem saída... Todo dia eu me despeço um pouco desta vida...
 
Krol Rice

Comentários

Charles Canela disse…
é verdade, todo dia é um dia a menos, que seja muito intenso, para ter valido à pena, né?

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